segunda-feira, 28 de fevereiro de 2000

Saudades, Saudades, Saudades...

Eu saúdo a solidão e festejo a independência, e como barco que sai do porto em direção ao mar aberto embarco a âncora de todos os sonhos e esperanças e velejo sempre para o Norte, mesmo sem saber que direção é esta.
Mesmo que todas as tempestades venham a tentar barrar a rota incerta que estou a percorrer, nada pode me ancorar e ao meio do caminho fazer-me desistir. E vou. E vou. E vou. Pelo vento que ninguém sabe de onde vem e pelo sopro do amor, do sonho e da vida, para sonhar cada vez mais a única coisa que há de me fazer querer voltar. Mas sei que pelo meio do caminho te encontrei e não deixarei de sonhar e acreditar que caminharás comigo, ao meu lado, para o nosso objetivo alcançarmos.

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