quinta-feira, 5 de abril de 2007
Pode ir...
É, quantas vezes pensou que era forte
Se achando seguro, o inimigo o fez tropeçar.
Deixou-se envolver, se esqueceu dos conselhos que sempre
firmaram seus passos
lhe deram vitórias sem fim...
E agora caído
doído de corpo, de alma e de tudo...
amigos à parte
portas fechadas
amores partidos, pedaços ao chão...
E ali escondido, isolado
ouvindo a conversa do acusador...
curtindo a vergonha no escuro
agora inseguro sem nenhum valor...
Do fundo do poço
movido por graça e amor
derrama-se diante de Deus, seu Senhor
confessando o pecado, suplicando o perdão
E Deus ouviu seu clamor
e estendeu-lhe a mão...
Restarou seu coração
Você já pode ir...
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