segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Humano
Não há nada mais humano do que o egoísmo... e não há nada mais humano do que se entregar por amor...
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Pode ir...
É, quantas vezes pensou que era forte
Se achando seguro, o inimigo o fez tropeçar.
Deixou-se envolver, se esqueceu dos conselhos que sempre
firmaram seus passos
lhe deram vitórias sem fim...
E agora caído
doído de corpo, de alma e de tudo...
amigos à parte
portas fechadas
amores partidos, pedaços ao chão...
E ali escondido, isolado
ouvindo a conversa do acusador...
curtindo a vergonha no escuro
agora inseguro sem nenhum valor...
Do fundo do poço
movido por graça e amor
derrama-se diante de Deus, seu Senhor
confessando o pecado, suplicando o perdão
E Deus ouviu seu clamor
e estendeu-lhe a mão...
Restarou seu coração
Você já pode ir...
sexta-feira, 30 de março de 2007
Olhos marejados
De súbito subjulga minhas defesas
Conceitos e status postos ao chão
Sentimentos às claras, mas contidos
Furtivos pensamentos em vão
De onde vens tu, ó lágrima?
Que tentas sair do conforto de meus olhos
E leva consigo segredos tão bem guardados
E eu, tentando contê-la, reprimindo meus sonhos
Pés pelas mãos, em constrangimento velado
Tentando fugir, mas enfrentando e te vendo
Através da névoa de meus olhos marejados
Conceitos e status postos ao chão
Sentimentos às claras, mas contidos
Furtivos pensamentos em vão
De onde vens tu, ó lágrima?
Que tentas sair do conforto de meus olhos
E leva consigo segredos tão bem guardados
E eu, tentando contê-la, reprimindo meus sonhos
Pés pelas mãos, em constrangimento velado
Tentando fugir, mas enfrentando e te vendo
Através da névoa de meus olhos marejados
quarta-feira, 28 de março de 2007
Quem és Tu?
Quem és Tu?
Que ages, invisível e imperceptível
E nos move aos caminhos mais furtivos
Perscrutando pensamentos e amores
E com violência arrebatas alegrias e sonhos?
Sim, quem és Tu?
Que nos faz ruminar nossas dores
Nos faz diletantes e confusos
E mesmo os desejos mais escusos traz às claras
Fazendo latentes medos e angústias
Por que ages de forma tão incompreensível?
Mas sim, quem és Tu?
Que mesmo nos caminhos mais escusos nos encontra
E mesmo na agonia lá estás
Nos lembrando que nem um pouco, além de nada, somos
Por que nos fizeste de forma tão fazia de tudo?
E sim, quem és Tu?
Que faz questão de ser percebido, mesmo que imperceptível
E que se comunica usando somente as coisas mais simples
Não são claras tuas mensagens e mui difíceis tuas vias...
Por que uma forma tão profunda de ensinar?
Ah, quem és Tu?
Que de forma tão singela nos protege de nossas próprias tempestades
E nos guia através das miragens da vida
Privando-nos da dor de nossos próprios desejos
Impondo-nos a liberdade de seguir-Te
E não aceitas de nós nada, além de tudo...
Que ages, invisível e imperceptível
E nos move aos caminhos mais furtivos
Perscrutando pensamentos e amores
E com violência arrebatas alegrias e sonhos?
Sim, quem és Tu?
Que nos faz ruminar nossas dores
Nos faz diletantes e confusos
E mesmo os desejos mais escusos traz às claras
Fazendo latentes medos e angústias
Por que ages de forma tão incompreensível?
Mas sim, quem és Tu?
Que mesmo nos caminhos mais escusos nos encontra
E mesmo na agonia lá estás
Nos lembrando que nem um pouco, além de nada, somos
Por que nos fizeste de forma tão fazia de tudo?
E sim, quem és Tu?
Que faz questão de ser percebido, mesmo que imperceptível
E que se comunica usando somente as coisas mais simples
Não são claras tuas mensagens e mui difíceis tuas vias...
Por que uma forma tão profunda de ensinar?
Ah, quem és Tu?
Que de forma tão singela nos protege de nossas próprias tempestades
E nos guia através das miragens da vida
Privando-nos da dor de nossos próprios desejos
Impondo-nos a liberdade de seguir-Te
E não aceitas de nós nada, além de tudo...
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